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 Racunhos - Emy

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Miss Hangover

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MensagemAssunto: Racunhos - Emy   Qui Fev 07, 2013 12:26 pm

Aqui você poderá ler: merda


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MensagemAssunto: Re: Racunhos - Emy   Qui Fev 07, 2013 12:27 pm

[Somente administradores podem ver este link] quero muito essa foto nos best's do pll como best post porque eu mereço


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MensagemAssunto: Re: Racunhos - Emy   Qui Fev 07, 2013 12:28 pm

Tô chateada com uma pessoa, que é muito importante pra mim, mas eu não vou correr atrás. Parece que ela só faz as coisas pra me deixar com ciúme. Grow the fuck up


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MensagemAssunto: Re: Racunhos - Emy   Qui Fev 07, 2013 12:28 pm

You can't go to bed, without a cup of tea


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MensagemAssunto: Re: Racunhos - Emy   Sex Fev 08, 2013 3:43 pm

´´racunhos (?) - Emy`` VULGO TWITTER SECRETO


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MensagemAssunto: Re: Racunhos - Emy   Qui Fev 14, 2013 8:20 pm

Natal, ano novo! A melhor época do mundo, onde você come, se diverte, ganha presentes e fica com as pessoas que gosta. Certo?!
Errado.
É, resumidamente, a época que mais odeio do ano. Posso dizer que, apesar de eu não ser um aluno aplicado e inteligente, eu prefiro muito mais ficar na escola bagunçando – e ficando na detenção – do que de férias. Mas o que tenho contra natal/ano novo vai além disso.
Nós somos liberados por um curto período de tempo para ficar com nossas famílias. Esse é o momento que geralmente as pessoas deveriam ser úteis e falar “ah, o pobre órfão Valdez, vamos acolhê-lo em outro lugar, ou deixá-lo na escola, ou quem sabe dar a ele uma passagem para a Disney!” (ok, essa última parte foi um pouco exagerada). Porém, eles não fazem isso. Eles fazem questão de me lembrar que tenho tios, tias e primos desprezíveis que não dão a mínima para mim mas fingem isso por causa da droga do espírito natalino.
No último dia de aula, quando todos nós estávamos no pátio esperando os responsáveis e que os portões da escola se fechassem para o recesso, Piper estava congelando. A temperatura estava baixa, até eu sentia frio mesmo ao apertar meu casaco contra meu corpo, mas os lábios dela tremiam e eu queria muito poder abraçá-la e aquecê-la. Será que isso seria estranho? Qual seria a reação dela? Provavelmente me daria um tapa e diria para não encostar mais nela.
(O que foi? Pode acontecer!)
De qualquer forma, nossa amiga Hazel parece ter ouvido minhas preces mentais e deu seu chocolate quente para ela. Eu teria dado, mas eu não tinha. Hazel é uma pessoa bem legal, ela sabe como eu me sinto em relação à família e tudo o mais.
Talvez Tristan McLean tenha entendido que se mandasse uma limusine vir buscar sua filha na escola, as pessoas iriam achar estranho e, com certeza, desconfiar. Bem, não era uma limusine mas era um Lamborghini, e o rosto dela ficou todo vermelho quando chamaram seu nome no auto-falante. Eu não queria que ela fosse embora.
- Bom, - ela tentava não olhar no meu rosto e no de Hazel, talvez por causa do carro, o que era uma grande besteira – parece que eu já vou indo.
- Que pena. – Hazel relaxou os ombros, triste. Elas se abraçaram. – Feliz natal. Aproveite.
É claro que ela disse isso porque não sabia que o pai da Piper não era apenas um cara normal de meia-idade. Mas era algo que não precisava ser mencionado naquele momento.
Piper olhou para mim. Os olhos dela sempre estão mudando de cor, e hoje estavam azuis. Talvez por causa do frio, eu não sei. Cocei a nuca e tentei pensar no que dizer. Sabendo sobre ela, desejar feliz natal soaria um pouco... Forçado demais? Ela não queria ir tanto quanto eu.
- Hã, bem... Espero que suas férias sejam legais e...
Ela revirou os olhos e colocou os braços em volta do meu pescoço para me abraçar. Eu retribui o abraço bem forte, porque seriam poucas vezes que eu teria essa oportunidade já que sou um grande idiota covarde.
- Você é um bobo, Valdez. – Ela murmurou. Depois se afastou e sorriu. – Até daqui alguns dias.
- Até. – Dei um sorriso. Estava me sentindo o máximo. Talvez até melhor do que Jason quando ele consegue a garota que quer. E era uma ótima sensação.
Ficamos eu e Hazel esperando nosso ônibus de viagem, já que não temos pais e os “responsáveis” que nos restaram não dão a mínima para nós. Sentamos em um dos bancos e ficamos a esperar pelo que pareceram séculos e séculos.
Aí de repente Hazel Levesque disse o que fez gelar meu coração:
- Você é louco por ela, não é?
Abri a boca, mas não falei nada.
- Todo mundo sabe, menos ela, eu acho. – Hazel se encolheu e me olhou com aqueles grandes olhos dourados assustadores. Encostei minhas costas no banco.
- Isso é bom, não é?
Hazel riu suavemente. Ela balançou a cabeça de um lado para o outro, com um “não” e eu fiquei aflito.
- Você deveria falar pra ela, Leo. E se ela gostar de você também? Você pode nunca descobrir.
Lembrei do antigo namorado da Piper, também conhecido como meu melhor amigo, Jason. Ele é todo confiante, mas mesmo assim quebrou o coração dela. Eu não conseguia fazer o mesmo – nem a parte de ser confiante nem a parte do coração.
- Acho que não, Haz. – Eu disse. Ela deu um sorriso de canto e deu de ombros, talvez fosse seu modo de dizer “ok, não tenho culpa se você é um idiotão”. Era melhor eu aceitar isso.
Devo dizer que não foi o meu melhor natal. Eu só me lembrava de quando minha mãe era viva, ela fazia biscoitos com gotas de chocolates só pra nós dois, e o cabelo dela ficava com cheiro de doce. Ela pendurava minha meia vermelha e verde para que o papai Noel deixasse meus presentes, até que anos mais tarde eu a flagrei colocando alguns chocolates lá dentro de madrugada. Mamãe cantava canções natalinas em espanhol, o que era muito legal, a voz dela era maravilhosa. Depois que ela morreu eu não vejo mais graça em nada que as pessoas tentem fazer para deixar uma data animada. Piper está em Hollywood com seu pai. Hazel, com uma tia em Nova Orleans. Fui para a casa da tia Rosa no Texas. Preferia morrer.
Então, poucas pessoas na minha família falam inglês. Ou seja, a gritaria em espanhol era a todo instante. Fiquei sentado no canto, excluído, olhando os adultos se divertindo e bebendo enquanto os meus primos pequenos corriam, quebravam as coisas ou jogavam algum tipo de comida em mim. Não sou um cara agressivo, sou um cara da paz, caso contrário eu já teria enfiado a cabeça deles dentro da privada. Era uma ideia tão tentadora!
O telefone começou a tocar e fiquei aliviado por ter uma desculpa para me levantar dali e anteder – além do mais, todos estavam distraídos com o barulho de músicas altas. Era tipo um telefone pré-histórico, sem identificador, de chamadas, então eu não fazia ideia de quem seria. Mesmo que fosse a telefonista querendo cobrar as divididas de tia Rosa, eu iria insistir para que ela conversasse comigo.
- Alô? – Gritei, tentando fazer com que minha voz fosse audível.
- Alô? Essa é a casa de Rosa Valdez? – Uma voz doce, porém preocupada, disse do outro lado da linha.
- Piper? Oi? – Eu só podia estar ficando maluco. Ela não tinha o número...
- Ah, Leo, sim, sou eu.


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MensagemAssunto: Re: Racunhos - Emy   Sex Fev 15, 2013 8:32 pm

Yay terminei esse! Agora falta o outro...

Não consegui dormir. Fiquei acordada por muito tempo com apenas uma vela iluminando o livro que eu tentava entender naquela madrugada. Eu estava um pouco impressionada, admito, com o fato de ter tido uma dança com o príncipe do país. Até aquele momento ele tinha parecido tão misterioso... Mas na verdade ele só tinha se aproveitado da minha ingenuidade, por eu nunca ter visto a família real, ou pelo menos, não em seus estados atuais, com o príncipe já crescido.
O tempo não passou rápido para mim. Em alguns segundos, a cortina de meu quarto já não impedia mais a passagem da luz solar e eu pisquei. Uma noite toda em claro, e não consegui terminar o livro. Fiquei frustrada comigo mesma.
Papai não estava conosco no café da manhã. Estava acontecendo alguma no governo coisa da qual eu não tinha conhecimento a respeito, e meu pai com certeza deveria estar entre os envolvidos. Minha mãe parecia ter um humor estável, o que era bom. A maioria das discussões entre eu e ela são por causa de seus ataques. Stacy se lambuzava com a comida e Emma, assim como eu, lia.
- Vocês três vão visitar a srta. Bourgher. Eu já a comuniquei a respeito disso. – Minha mãe falou, calmamente. Ela estava falando de nossa governanta desde o berço, que se encontrava seriamente doente. Eu já tinha meus próprios planos de vê-la em alguns desses dias, entretanto considerei que se minha mãe agendasse algo para mim, seria uma gentileza me comunicar antes.
- Que bom, sinto falta dela. – Stacy deitou a cabeça sobre as mãos encostadas na mesa. Suspirei fundo, sem escolha alguma. Eu pretendia passar o dia com Dianna ou Niall, ou dedicando tempo à pintura, leitura, costura, o que quer que seja. Mas não queria parecer ingrata.
- Estou decepcionada. – Disse Emma, fechando o livro bruscamente. Ergui as sobrancelhas para ela, questionadora. – Eu achei que iria encontrar meu futuro marido ontem, dancei com três cavalheiros, e nada. Absolutamente nada.
Revirei os olhos, impaciente.
- Não sei o motivo dessa sua cisma com casamento. Você, além de ter que cuidar de uma casa, vai ter que em breve administrar uma família e...
- É exatamente por isso que eu quero casar! – Emma me interrompeu, o que achei rude. – Tenho quase vinte e um anos. Isso é idade de ser sustentada pelo trabalho dos pais, de não ter um marido, de não ser mãe?
- Sim. – Dissemos eu e Stacy em uníssono.
- Vocês duas são mais jovens, o que as fazem mais ingênuas. – Ela se defendeu. Minha mãe não comentava nada da conversa, até porque eu acho que ela concorda com minha irmã. Emma fixou seus olhos castanhos em mim. – E você, quantas danças teve ontem?
- Uma apenas.
- Com quem?
- Niall, e outro que não conhecia.
- Não conhecia?
- Sim, Emma.
Ela bufou e se levantou, indo para o seu quarto. No corredor, anunciou que já iria se arrumar para a visita à nossa governanta. Stacy se animou com um pulo e foi correndo atrás dela. Minha mãe me encarou.
- O que há? – Perguntei.
- Você não vai? Como elas? – Ela estendeu o braço para o corredor e começou a gesticular.
Suspirei e fui. Quem disse que eu tinha escolha, não é mesmo?
Coloquei um vestido simples da cor do céu com alguns bordados brancos no decote. Prendi o cabelo numa trança que caía sob meu ombro. Peguei meu guarda-sol para proteger-me, afinal, o dia estava ensolarado apesar de não fazer calor, e sem sinal de friagem. Minhas irmãs estavam igualmente arrumadas. Nós iríamos andando por conta da curta distância. Saímos de casa e tivemos uma surpresa inesperada.
Uma carruagem luxuosa. Em pleno dia. Claro que não era pra nós. Meu coração gelou.
O cocheiro da carruagem estava prestes a abrir a porta quando um garoto saltou lá de dentro dizendo “não preciso de porteiro” e olhou para nós. Emma prendeu a respiração. E eu entendia o porquê, era um belo rapaz, com uniforme militar vermelho, cabelos castanhos e olhos cinza-azulados.
- Olá, madames.



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